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Diversidade e empreendedorismo social pautam fala de Nina Silva

A professora convidada da quinta aula ao vivo foi Nina Silva, CEO do Movimento Black Money e especialista em Gestão de Negócios e Transformação Digital.

 

Neste mês, a Aula Ao Vivo FIA Online  foi conduzida por Nina Silva, considerada a Mulher Mais Disruptiva do Mundo pela Women in Tech Awards 2021. Sob a temática “Empreendedorismo Social - Como as empresas e negócios podem contribuir para o enfrentamento de problemas sociais”, o encontro aconteceu na última terça-feira, 10 de maio, para alunos e convidados.

 

“A base fundamental de acessibilidade é dar acesso à educação”. Assim, a profissional que atua com Tecnologia da Informação há mais de 20 anos Nina Silva deu início à sua aula. No Brasil, a diferença salarial entre homens e mulheres é enorme e o desequilíbrio chega a 73,3% quando falamos sobre a desigualdade salarial entre brancos e negros, segundo o IBGE. Um dado que se deve também pela falta de acesso à educação para as minorias.

 

Além disso, ressaltou o atraso na abordagem de temas como diversidade e transformação social dentro de ambientes corporativos e da área da tecnologia, bem como reiterou que este deveria ser um cenário de inovação pluralizado. Afinal, ao entrar no mundo da tecnologia, ela entendeu que seu objetivo além de construir negócios com base em dados, era criar soluções que fossem impactar de forma positiva todas as pessoas.

 

A especialista ainda pontuou que é preciso entender os motivos que, muitas vezes, nos levam a empreender por necessidade e não por oportunidade. “As oportunidades deveriam ser iguais para a construção de um mundo mais equânime, isso se nós tivéssemos um contexto igualitário histórico. O que não temos”, afirmou.

 

Nina Silva reforçou que esses espaços de poder ainda não são preenchidos por mulheres e pessoas negras. “O espaço em empresas ainda têm gênero e cor”, observou. A empreendedora citou um estudo realizado pela consultoria Mckinsey & Company, que evidencia aspectos positivos da diversidade étnica e de gênero dentro das empresas.

 

Comprovando sua fala, trouxe dados relevantes em que pessoas engajam com pessoas, portanto, se elas não se enxergam nessas companhias, elas não irão aderir com o propósito dessa empresa.

 

Além disso, destacou que o empreendedorismo social deve provocar mudanças, como preservar o meio ambiente, além de oferecer autonomia, capacitação e oportunidades de emprego para pessoas ou comunidades vulneráveis.

 

Leia também o artigo: Diversidade nos negócios na visão de Rachel Maia

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